Mostrar mensagens com a etiqueta CP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CP. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Os sindicatos estão a destruir as empresas públicas de transportes

O sector privado admite que nos dias de greve a procura pelos utentes cresce muito.
Presidente da Rede Nacional Expresso admite que em dia de greve a procura aumenta cerca de 50%.
Em época de crise, todas as oportunidades são poucas para ganhar negócio. O presidente da Rede Nacional de Expresso, Carlos Oliveira, admitiu que a operação da empresa tem vindo a aumentar devido às greves dos transportes públicos.
Temos assim os sindicatos em associação com o capital na destruição sistemática do transporte público.
A CP  com as suas geves diárias tem os dias contados. Como se vê neste texto as greves vêm de longe!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Vinte e cinco mil visitas e duzentos e oitenta e nove comentários

Este vosso amigo escrevia na PEGADA. Por acaso descobri agora que este meu texto é o sétimo em número de comentários, em todo o universo do SAPO no ano de 2012. Por curiosidade aqui está : CP
A bem da verdade não sei se foi este texto que chegou às vinte e cinco mil visitas, mas  este texto , como outros, chegou às milhares de visitas.
Como o assunto, infelizmente, continua actual aí fica!

sábado, 8 de dezembro de 2012

Mais greves na CP - é preciso abrir o sector à concorrência

Greves diáriashttp://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2935294&page=1, semanais, mensais os maquinistas da CP continuam a não ter o mínimo respeito pelos utentes, os que lhes pagam os altos vencimentos.
Arranjam todo e qualquer pretexto para fazer greve, durante meses o pretexto era obrigar a administração da empresa a  encerrar os inquéritos a alguns trabalhadores. Como se fosse possível  alguém aceitar que a disciplina na empresa fosse controlada pelos sindicatos. Seria a morte imediata da administração e a morte anunciada da empresa. Um regabofe onde ninguém se entenderia. A firmeza da administração obrigou o sindicato a mudar de pretexto. Agora é o pagamento das horas extras a 50% como, aliás, é normal em todas as outras actividades.
Os maquinistas além do vencimento usufruem de mais dezoito prémios, dos quais dez fixos, o que atira a remuneração para montantes muito superiores à maioria dos recebidos pelos outros trabalhadores.
Só há uma solução. Abrir o sector à concorrência, na mesma linha podem oferecer serviços mais que um operador, com serviços diferenciados no preço, na qualidade e na assiduidade.