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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

E desvalorizar o Euro?

O Bispo diz o que Ferreira do Amaral também diz. O grande problema é que o Euro forte (face ao dólar) serve aos países de economia forte e debilita os países de economia débil. A saída, diz o economista, é sair do euro para poder ter moeda própria e desvalorizá-la.
Mas a Alemanha e os outros países do centro e norte da Europa não querem um Euro mais fraco. Aliás, com a estabilidade progressiva das economias europeias, o Euro, terá tendência para se valorizar perante o dólar. Morremos da cura!
Tudo é maravilhoso mas ninguém está feliz! O extraordinário legado do Euro é esquecido com as pessoas a focarem-se demasiado no que corre mal.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Alemanha emitiu Euros como "falsa moeda" em 1999




                                         Sem palavras para não vos estragar o fim de semana.

sábado, 15 de dezembro de 2012

A China vai criar uma nova moeda para combater o dólar e o euro

Os chamados BRICS ( Brasil, Rússia, Índia, China) há muito que acalentam a ideia de criar uma nova moeda para substituir o dólar nas transacções comerciais internacionais. Para já alguns destes países, entre si, deixaram de usar o dólar e passaram a trocar mercadorias.
A China tem um grande problema para avançar com a ideia, o seu stock de dólares de dívida americana é astronómico. Anda a livrar-se dos dólares comprando tudo o que pode no mundo. Empresas e tudo o que sejam valores concretos com potencial de crescimento.
Agora a China pretende dar mais um passo (decisivo) para retirar ao dólar o privilégio de ser a moeda para trocas comerciais internacionais.
Todos irão preferir utilizar uma moeda valorizada por ouro, do que uma moeda (Dólar/Euro) sem valor real.
O dólar e o Euro valerão/circularão apenas nos Estados Unidos e União Europeia. Ninguém mais os vai querer.
Será o fim do sistema monetário actual baseado em crédito (dívida) para um novo sistema equitativo que já está pronto/preparado para o substituir.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Sair do Euro é inevitável mas não da União Europeia

João Ferreira do Amaral, foi hoje falar a uma tertúlia que frequento. Sobre a saída inevitável do euro.
Um país sem capacidade de emitir moeda própria fica prisioneiro do sistema financeiro. Sob o ataque dos mercados financeiros o país com moeda própria pode defender-se emitindo moeda ou reduzindo a moeda em circulação. Pode com esta política ter problemas de inflação mas que consegue controlar dentro de níveis aceitáveis. Ora Portugal aderiu ao Euro forte tendo uma fraca capacidade competitiva. Servia-lhe um euro fraco . Ao invés, os países poderosos precisavam de um euro forte à imagem do Marco Alemão. Foi, aliás, esta a contra partida exigida pela Alemanha à criação do Euro pela mão de Miterrand . Esta, por sua vez, foi a condição exigida pelos Franceses para a reunificação das duas alemanhas.   
Há duas maneiras de sair do Euro. Num fim de semana. Esta é uma forma que levanta muitas dificuldades até porque não é possível guardar segredo ( quem souber ganha milhões ). Outra forma de sair é controladamente. Em seis meses, gradualmente. Impedidndo a fuga de capitais, os levantamentos de depósitos bancários...
A forma mais estranha e menos falada é criar um Euro fraco para os países do Sul da Europa.
Tudo será acelerado se o Euro continuar a crescer face ao dólar americano. Os países de economia débil serão cilindrados. E é o mais provável se a estabilidade regressar à zona Euro! Morremos com a cura! 

sábado, 1 de dezembro de 2012

Austeridade ou saída do Euro?

É, possível, a economia que não cresce há pelo menos dez anos possa crescer cerca de 40% para podermos sair da crise? Esta proposta é séria?
Se as medidas de austeridade não cortassem de forma permanente os cerca de dez mil milhões seriam necessárias taxas de crescimento da ordem dos 40% para termos um défice de 2,5% daqui a três anos
É, certo, que há medidas amigas do crescimento económico que podem ser já tomadas mas é totalmente demagógico dizer que o equilíbrio das contas se possa fazer sem o corte das despesa pública. Para mais estes cortes libertam meios que financiam agora o actual défice e que podem ser canalizados para as PMEs .
Quem se quiser manter no Euro tem que perceber isto sem demagogias. A não ser que os que advogam o fim da austeridade queiram sair do Euro mas, a ser assim, é preciso que o digam sem subterfúgios. Devem a verdade aos Portugueses. Não se trata de austeridade versus crescimento do PIB. Trata-se de austeridade versus saída do Euro. Isto exige que o país seja consultado!
Não chega dizer que os cidadãos estão mergulhados numa enorme crise e que a sua vida está fortemente afectada. Os que agora dizem isso são os mesmos que sempre defenderam  a dívida pública como forma de investir em obras públicas. Política que nos trouxe até esta situação
Não estamos perante a opção austeridade versus crescimento económico mas, sim, austeridade versus saída do euro ! É isso o que o país quer?
É que se sim, então é preciso dizer que a saída do Euro arrasta mais sacrifícios que a austeridade!