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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Louçã é mais poderoso que Miguel Relvas - A TAP não foi vendida

Confirma-se! Francisco Louçã é mais poderoso que Miguel Relvas pese as viagens deste ao Brasil, as conversas com o Colombiano/ Brasileiro/Polaco e todas as suspeitas de favoritismo lançadas contra o processo. Relvas não manda! Louçã, sim!
O governo, esse gang que tomou de assalto o poder, embora através de eleições democráticas e livres, recuou porque não foram satisfeitas as condições previstas no caderno de encargos. O governo defendeu o interesse nacional num processo transparente.
Tudo vai iniciar-se de novo e voltarão as acusações e as suspeitas. Não porque o processo não seja transparente mas porque há quem queira que a TAP se mantenha na esfera pública. Tem esse direito de pensar assim mas não tem o direito de fazer acusações falsas!
Força do hábito do que costuma passar-se na sua própria casa! Escreve-se direito por linhas tortas!

Governo decide não vender a TAP

O Concelho de Ministros decidiu não vender a TAP por, ao que se sabe, faltarem as necessárias garantias bancárias.
A privatização da TAP é um processo que vai permanecer adiado, depois de o Conselho de Ministros ter recusado a única proposta de compra da companhia aérea apresentada pelo colombiano Gérman Efromovich, apurou o Negócios. 
A decisão foi tomada esta manhã em Conselho de Ministros, concluindo o executivo que a proposta foi considerada inferior ao desejado.
Segundo apurou o Negócios, o Governo estará agora a equacionar lançar uma nova privatização da companhia aérea.
Informação em actualização!Haverá um plano "B" ?
O processo de privatização vai reiniciar-se conforme determina o memorando de entendimento com a Troika.

Serão os mesmos que incentivaram a construção do TGV?

Cincoenta e cinco personalidades assinaram um documento em que incitam o governo a não privatizar a TAP e a ANA.
As razões são três : Em primeiro lugar, trata-se de bens estratégicos para a economia portuguesa”, dizem os signatários, acrescentando que “movimentam milhões de passageiros, assegurando ligações imprescindíveis dentro do nosso território, com comunidades emigrantes no estrangeiro e com diversas regiões do mundo”.
Salienta-se que as duas empresas são “cruciais para o maior sector exportador nacional, o turismo”, sublinhando que “perder capacidade de controlo deste sistema de acessos e exportações é um golpe na economia nacional”.

Em segundo lugar, os signatários apontam o “interesse estratégico para a República”. A venda a 100% da TAP e da ANA, como o Governo prevê nos diplomas de privatização, significa que “Portugal entrega o poder de monopólio sobre os transportes aéreos e os aeroportos a duas empresas estrangeiras, cujos interesses podem ser contrários aos do país”, escrevem.Por último, o manifesto refere que “estas privatizações acentuam o défice e portanto a dívida pública futura” porque a TAP e a ANA “geraram em 2011 meios financeiros na ordem dos 158 e 199 milhões de euros, antes de impostos e outros compromissos financeiros”, explicam, fazendo referência aos resultados operacionais das duas empresas (e não ao seu resultado líquido, que, no caso da companhia de aviação, é negativo).

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Para a TAP mais cem milhões para pagar salários e combustivel

Como acontece todos os anos, por esta altura, o estado tem que entrar com mais uns milhões para a TAP ! Não há nenhum banco que empreste directamente à companhia..

A pergunta é outra? Defendem o País de quê? Estarão a defender o País e os portugueses da possibilidade de se livrarem de um problema gigantesco, para o qual só apareceu um candidato disponível a pagá-lo? É uma defesa que todos, até os que são contra a venda da TAP porque querem ver a bandeira portuguesa desenhada nos aviões com nomes como Pedro Álvares Cabral ou Gago Coutinho, dispensaríamos.
Para que conste, como o Económico revela na edição de hoje, a TAP está em ruptura de tesouraria e vai ter uma injecção de 100 milhões de euros, porque não há banco privado que assuma esse risco. E a tese de que a TAP não recebe dinheiro público é, como se vê, falsa. Pior, a ruptura de tesouraria é uma regra no final de cada ano.
Quaisquer 35 milhões de euros de receita do Estado, mais 316 milhões de euros para reequilibrar capitais próprios, mais 1,5 mil milhões de euros de assumpção de dívida, mais quatro mil milhões de euros de investimento em novos aviões, são irrelevantes. Surpreendentemente irrelevantes, para quem se queixa de pagar tantos impostos. Para quem está sob intervenção da ‘troika'. Estão, afinal, dispostos a pagar mais.
A privatização da TAP é necessária, amanhã em Conselho de Ministros, ou, venha o plano B, num Conselho de Ministros mais próximo de si.
Hoje ou amanhã, têm, claro, de ser salvaguardadas garantias de manutenção da marca, das rotas, do ‘hub' de Lisboa, até do direito de preferência do Estado português em caso de incumprimento. Porque é mais importante uma TAP que contribua para o desenvolvimento de Portugal do que uma TAP portuguesa de capitais públicos.




A POESIA DO PONTO DE EQUILÍBRIO ENTRE A OFERTA E A PROCURA NUMA ECONOMIA DE MERCADO. O PREÇO DA TAP E O DE CRISTIANO RONALDO.- Por António Miguel Cristino


É sabido que o ponto de equilíbrio, numa economia de mercado, entre a oferta e a procura, permiti-nos chegar ao denominado "preço justo de mercado".
Analisando, assim, de modo simplista esta máxima da economia de mercado, a TAP será bem vendida, seja por 20 milhões ou mesmo
10 milhões se esse for o tal ponto de equilíbrio.
Infelizmente a realidade é sempre mais complexa que os modelos teóricos.
Vejamos.
A máxima do ponto de equilíbrio entre a oferta e a procura que dá origem ao estabelecimento de um preço de um bem e ao denominado equilíbrio de mercado num mercado competitivo apenas ocorre num cenário ideal.
Na verdade, há contextos económicos e estratégicos que influenciam o mercado e que não podem deixar de ter impacto económico. Equilíbrio é uma tendência natural dos mercados quando há verdadeira concorrência entre produtores e entre os consumidores, havendo alterações no equilíbrio quando ocorrem mudanças na oferta e/ou na procura, causadas pelos factores externos que influenciam esse equilíbrio, desorganizando-o.
A TAP é uma empresa estratégica para o Estado Português, desde logo porque é um relevante instrumento de política económica. para aqueles que enchem a boca para falar do bom exemplo alemão, aqui vai uma comparação: a Alemanha recusou vender s companhia aérea alemã Lufthansa, não obstante as várias tentativas de compra de que já foi objecto (sem esquecer que esta não tem a importância estratégica que a TAP tem no denominado novo mundo dos BRICS) assim como mantém sob sua gestão mais de 2/3 dos seus aeroportos e o argumento usado pela chancelaria alemã tem sido a importância estratégica na política económica alemã.
O Estado Francês, por exemplo, proibiu a venda da maioria de capitais da Danone a empresas estrangeiras, declarando esta empresa como estratégica para a França.
Este é o momento em que muitos estarão a pensar: pois é, mas há uma diferença é que Portugal precisa de dinheiro e tem de o realizar já.
Muito bem, partindo deste pressupostos que nenhum dos outros países citados teve de partir pergunto: então, mesmo sabendo que a TAP e a ANA são estratégicas para Portugal, mas como precisamos de dinheiro vendemos a qualquer preço pois só se o governo decidir vender a qualquer preço haverá o ponto de equilíbrio. Relembro que para haver ponto de equilíbrio é preciso que a o valor que a procura está disposta a pagar corresponda com o valor que a oferta está disposta a vender.
Ou seja, a tal poesia de que muitos falam tem a seguinte tradução: o estado português, mesmo reconhecendo a importância estratégica da TAP para Portugal, está disposto a vender por 20 milhões, já que aquele é o preço que a procura pretende pagar pelo bem: 20 milhões. Metade da venda do BPN.
Relembro que há 1 ano o Estado meteu na TAP 134 milhões de euros para acorrer aos leasings dos aviões recentemente comprados, e agora está disposto a vender por 20 milhões! fantástico.
Ultima Nota: não vale a pena tentarem mandar areia para os olhos de todos dos portugueses, dizendo que o comprador vai ficar com 1000 milhões de "buraco". Mentira. Sabem porquê? Porque desse 1000 milhões 700 milhões correspondem a leasings de aviões novos que ficaram no activo da TAP e por consequência não é dívida, mas sim investimento. Os aviões, depois de pagos, ficarão para o comprador.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Há vinte anos que se tenta vender a TAP

É verdade ! Há vinte anos, desde que Cavaco Silva transformou a companhia em Sociedade Anónima que os vários governos tentaram vender a TAP mas sem sucesso. "
Já com o PS a governar o país e José Sócrates como primeiro-ministro, a intenção de vender o activo tornou-se mais premente, tendo a transportadora sido integrada na lista de privatizações a concluir até 2007. Mas, mais uma vez, não passou da intenção, e o executivo acabou por se ver obrigado a adiar a venda. As condições não estavam reunidas, justificou na altura.
Desde então, a TAP não voltou a sair do universo de empresas a vender pelo Estado, mas não houve desenvolvimentos importantes nesse sentido. Até que, forçado pelo pedido de ajuda externa e pelo memorando de entendimento assinado com a troika, o actual Governo colocou o pé no acelerador.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Aterragem de emergência na TAP

Movimentações de personalidades interessadas na corrida à TAP. Ou melhor, interessados em colocar na corrida o sr. Efromovich. É escusado dizer que nestes negócios há sempre quem faça lobby junto do governo, mas atendendo a que se trata de José Dirceu, ex-ministro de Lula no Brasil  a contas com a Justiça e Miguel Relvas que estava a tentar levantar vôo vamos ter borrasca na viagem.
"As movimentações para o Estado vender a TAP a Gérman Efromovich, dono da companhia aérea colombiana Avianca-Taca (ligada à Avianca Brasil), arrancaram em Setembro/Outubro de 2011 quando o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas recebeu o empresário (a pedido deste) para falar do possível investimento na TAP."
O comprador é um gigante nas américas centro e sul .

A ANA tem vários pretendentes

E estão a subir o dote. que já vai em três mil milhões se a TAP continuar a voar para Lisboa. Esta ANA sim, é uma empresa boa com lucros. O negócio costuma ser de 4/5 cash flows, mas está a ser vendida a 11. Agora um dos concorrentes subiu a parada, já vai em 3 mil milhões com a condição de a TAP continuar a voar de e para Lisboa. A constituição de um "hub" no aeroporto de Lisboa é uma imensa mais valia, vai ser a ligação com a rede da Avianca nas américas do centro e sul.
"Vinci aumentou a proposta final, que pode atingir a marca de três mil milhões, dependendo de várias condições. Uma é a TAP continuar a voar a partir de Lisboa. "
Estamos a falar de um outro escalão muito superior ao actual!

domingo, 16 de dezembro de 2012

A TAP vale muito pouco

A TAP vale muito pouco. Anda em aviões que não são seus, aterra em aeroportos que não lhe pertencem e deve muito dinheiro. Resta aquela sensação boa de quando longe nos sentamos nos seus lugares arrumo a casa. Sempre as aterragens mais seguras. Mas só os Portugueses sentem essa emoção. 
O ambiente social, os direitos laborais, o passivo elevadíssimo são pesados fardos que qualquer comprador deprecia. Este sabe que está a fazer um favor ao estado, a tirar-lhe das mãos um fardo, como são os problemas laborais e as necessárias injecções de capitais. Que, aliás, são proibidas pelas regras comunitárias ao accionistas estado. 
Para o comprador potencial , no entanto, é a porta de entrada para a Europa e ter  a possibilidade de controlar as ligações entre a América do Sul e a Europa. Com esta operação é até possível manter um "HUB" em Lisboa.
Mas a "nossa" TAP vale tão pouco que só tem uma proposta de compra! E ou a vendemos ( com desgosto reconheço) ou um dia vamos ter que a fechar.
Para crescer são precisos mais aviões  que custam muito dinheiro que a TAP não tem e o País também não.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Ninguem quer a TAP

Há por aí muita gente a gritar que a TAP é uma pérola, de bandeira, coisa e tal, mas só apareceu um interessado. E, esse contrariamente ao que diz o Daniel Oliveira, não oferece 20 milhões. Oferece também os 1 500 milhões que a TAP tem de dívida e que representam os prejuízos acumulados ( +-) e mais 500 milhões para tirar os capitais próprios do vermelho.
Mas há quem faça outras contas  e diga que a TAP devia render para os cofres do estado 1 000 milhões. O problema é que como se vê apenas um a quer!