Além do mais os paises
que mais cedo atingiram altos níveis de literacia, Reino Unido, Suécia
(a Suécia atingiu logo no Sec. XVII niveis de literacia superiores a 70%
num contexto de economia agrícola), Dinamarca, etc, não precisaram de
um sistema público de ensino para isso. Os países que precisaram de um
sistema publico de ensino foram os que estavam mais atrasados e/ou
fizeram-no para utilizar esse sistema publico de ensino como instrumento
de propaganda. Caso da França revolucionária (o primeiro regime
totalitário da Europa)
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sábado, 22 de dezembro de 2012
Alemanha emitiu Euros como "falsa moeda" em 1999
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Sair do Euro é inevitável mas não da União Europeia
João Ferreira do Amaral, foi hoje falar a uma tertúlia que frequento. Sobre a saída inevitável do euro.
Um país sem capacidade de emitir moeda própria fica prisioneiro do sistema financeiro. Sob o ataque dos mercados financeiros o país com moeda própria pode defender-se emitindo moeda ou reduzindo a moeda em circulação. Pode com esta política ter problemas de inflação mas que consegue controlar dentro de níveis aceitáveis. Ora Portugal aderiu ao Euro forte tendo uma fraca capacidade competitiva. Servia-lhe um euro fraco . Ao invés, os países poderosos precisavam de um euro forte à imagem do Marco Alemão. Foi, aliás, esta a contra partida exigida pela Alemanha à criação do Euro pela mão de Miterrand . Esta, por sua vez, foi a condição exigida pelos Franceses para a reunificação das duas alemanhas.
Há duas maneiras de sair do Euro. Num fim de semana. Esta é uma forma que levanta muitas dificuldades até porque não é possível guardar segredo ( quem souber ganha milhões ). Outra forma de sair é controladamente. Em seis meses, gradualmente. Impedidndo a fuga de capitais, os levantamentos de depósitos bancários...
A forma mais estranha e menos falada é criar um Euro fraco para os países do Sul da Europa.
Tudo será acelerado se o Euro continuar a crescer face ao dólar americano. Os países de economia débil serão cilindrados. E é o mais provável se a estabilidade regressar à zona Euro! Morremos com a cura!
Um país sem capacidade de emitir moeda própria fica prisioneiro do sistema financeiro. Sob o ataque dos mercados financeiros o país com moeda própria pode defender-se emitindo moeda ou reduzindo a moeda em circulação. Pode com esta política ter problemas de inflação mas que consegue controlar dentro de níveis aceitáveis. Ora Portugal aderiu ao Euro forte tendo uma fraca capacidade competitiva. Servia-lhe um euro fraco . Ao invés, os países poderosos precisavam de um euro forte à imagem do Marco Alemão. Foi, aliás, esta a contra partida exigida pela Alemanha à criação do Euro pela mão de Miterrand . Esta, por sua vez, foi a condição exigida pelos Franceses para a reunificação das duas alemanhas.
Há duas maneiras de sair do Euro. Num fim de semana. Esta é uma forma que levanta muitas dificuldades até porque não é possível guardar segredo ( quem souber ganha milhões ). Outra forma de sair é controladamente. Em seis meses, gradualmente. Impedidndo a fuga de capitais, os levantamentos de depósitos bancários...
A forma mais estranha e menos falada é criar um Euro fraco para os países do Sul da Europa.
Tudo será acelerado se o Euro continuar a crescer face ao dólar americano. Os países de economia débil serão cilindrados. E é o mais provável se a estabilidade regressar à zona Euro! Morremos com a cura!
domingo, 9 de dezembro de 2012
O ensino visto por quem viveu na Alemanha
- os ex-estudantes comparticipam para a formação de novos quadros, através de parte do seu ordenado, retribuindo assim as ajudas recebidas. Se assim fizessem em Portugal, teriam o problema do ensino resolvido. O problema é que os nossos políticos, e seus amigos, não estão interessados em contribuir com parte dos seus vencimentos, para a formação de novos quadros.
- É óptima a ideia e o método de ensino na Finlândia, mas não é singular na Europa. Vivi e trabalhei na Alemanha, de 1965 a 1999, e sempre admirei, e invejei até, o método de formação de novos quadros ali existente, semelhante ao que agora classificam de inovativo. Talvez com a diferença de na Alemanha não haver só ensino público, pois há muitas instituições privadas a desempenharem com grande sucesso esse papel. Na verdade invejei mesmo os alemães, pois, com imensa pena minha, não tive acesso a mais que uma 4ª. Classe. Por outro lado, toda a gente que quisesse prosseguir no ensino superior era, ou melhor, é ainda fomentada com ajudas do Estado alemão que, como se sabe, não coloca essas ajudas em saco roto e, uma vez formados e a auferir bons ordenados...
-
sábado, 8 de dezembro de 2012
O ensino dual alemão - o alucinado Nogueira está contra
Nuno Crato estará segunda feira em Berlim com outros ministros de vários países europeus, para estudar o ensino dual alemão.
Enfim, em vez de andarmos nas eternas experiências vamos conhecer e analisar um sistema implantado e com resultados.
"Em comunicado, o Ministério da Educação e da Investigação da Alemanha refere que a conferência, que decorre na segunda e terça-feira, em Berlim, foi convocada pela ministra germânica da Educação, Annette Schavan, e vai juntar os responsáveis pelas pastas da Educação e do Trabalho de Portugal, Espanha, Grécia, Itália, Letónia e Eslováquia.
Estes são os parceiros europeus que, segundo a mesma nota, têm demonstrado um "interesse especial" em conhecer o sistema dual germânico, que articula a formação teórica das escolas profissionais com a formação prática nas empresas, e que é tido como um "modelo de sucesso", a nível internacional.
O objetivo da conferência, acrescenta o ministério alemão, passa por estabelecer "medidas concretas de cooperação com vista à introdução do sistema dual de formação profissional", nos respectivos países.
Quem está contra como não pode deixar de ser é o alucinado Nogueira.
Enfim, em vez de andarmos nas eternas experiências vamos conhecer e analisar um sistema implantado e com resultados.
"Em comunicado, o Ministério da Educação e da Investigação da Alemanha refere que a conferência, que decorre na segunda e terça-feira, em Berlim, foi convocada pela ministra germânica da Educação, Annette Schavan, e vai juntar os responsáveis pelas pastas da Educação e do Trabalho de Portugal, Espanha, Grécia, Itália, Letónia e Eslováquia.
Estes são os parceiros europeus que, segundo a mesma nota, têm demonstrado um "interesse especial" em conhecer o sistema dual germânico, que articula a formação teórica das escolas profissionais com a formação prática nas empresas, e que é tido como um "modelo de sucesso", a nível internacional.
O objetivo da conferência, acrescenta o ministério alemão, passa por estabelecer "medidas concretas de cooperação com vista à introdução do sistema dual de formação profissional", nos respectivos países.
Quem está contra como não pode deixar de ser é o alucinado Nogueira.
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