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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A concorrência entre escolas estatais e privadas melhora a qualidade a todas

A concorrência entre escolas estatais e privadas com contrato de associação, charter schools, cheque ensino...melhora a qualidade de todas as escolas, incluindo as estatais.
" De início, os resultados das escolas privadas, charter schools, escolas com contratos de associação e escolas estatais com gestão privada são superiores aos resultados das escolas estatais tradicionais. Com o passar dos anos e com o alargamento da rede de charter schools, escolas com contrato de associação e escolas estatais com gestão privada a diferença de resultados entre o setor de gestão privada e o setor estatal diminui."

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

As famílias escolhem as escolas privadas.

Sempre a dar lições ao mundo! Em Portugal as escolas com contrato de associação representam 4% do total. No resto da Europa : 47% na Bélgica ; 70% na Holanda, 13% na Dinamarca; 25% em Espanha; 21% em França; 13% na Hungria; e 16% no Reino Unido. Na educação, como noutras áreas, a impunidade reina na gestão dos fundos públicos. Só o estado é culpado!
Naqueles países o estado tem tempo e espaço para  cumprir a sua missão que mais ninguém pode fazer. Regular e controlar. De outra forma reina a impunidade que se pode encontrar quer na privada quer na pública. Mas onde a impunidade reina é sobretudo no estado.
Ao contrário do que se quer fazer crer, os alunos mudam para os privados e  deixam as escolas públicas vazias porque as famílias reconhecem onde está a qualidade . E, é por saberem isto, que os sindicatos e partidos mais estatistas impedem o direito à escolha da escola.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A livre escolha da escola pelas famílias

Aqui no Profblog pode ler o texto completo. No Texas há um sistema simples, sem custos adicionais e sem burocracias. Todas as escolas recebem o mesmo. 60% do custo médio. Sejam públicas ou privadas. E os pais escolhem a escola para os seus filhos.
"O Texas introduziu um sistema de livre escolha das escolas que é o mais simples e o mais eficaz dos EUA. Sem intermediários, sem agências do Estado, sem limites. Os pais têm a liberdade de escolher a escola e o Estado paga a propina até 60% do custo médio anual dos alunos nas escolas estatais. Sejam pobres, remediados ou ricos. Seja a escola estatal ou privada.""
Os críticos da livre escolha acusam os privados de fazerem concorrência às escolas estatais. A acusação tem fundamento. Os pais dos alunos preferem enviar os filhos para escolas privadas sempre que tal lhes é possível. É por isso que as escolas estatais perdem alunos sempre que têm por perto colégios com contratos de associação. As escolas estatais têm uma forma de lidar com esta situação: ofereçam um serviço educativo melhor do que os colégios com contrato de associação.
Regra geral, os pais querem a melhor educação possível para os filhos. Os professores que são pais sabem o que isso significa. A livre escolha é apenas isso: permitir que os pais escolham a melhor escola para os filhos, independentemente de quem seja o seu proprietário. Sem que sejam os burocratas do Estado a dizer-lhes que têm de colocar os filhos na escola estatal mais perto da residência."
É só o direito de escolha da escola pelas famílias!
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Uma escola que vá ao encontro das necessidades de cada um

Recente estudo do Tribunal de Contas veio mostrar o que tem sido escondido ao longo de décadas . Que os custos do ensino no privado são mais baixos que na escola estatal. Que a qualidade do ensino nos privados é superior mostam todos os rankings desde que foram tornados públicos.
O sistema de prestador único, o estado, deve ser substituído por um sistema composto por diversos modelos  de gestão. "O grande desafio do sistema educativo português já não é ter todos na escola, é ter uma escola para todos, uma escola que vá ao encontro das necessidades de cada um, uma escola muito mais maleável, muito mais flexível, menos baseada num Estado central que controla 1.400 escolas, mas na existência de projectos educativos específicos em cada escola que sejam oferecidos às comunidades",
" Passarmos de um modelo único estatal para um modelo único, seja ele qual for, não é uma boa ideia. O bom caminho é passarmos de um modelo único estatal para um modelo variado, em que em cada ponto do país se veja aquilo que é mais adequado às situações concretas". (CM - Rodrigo Queiroz e Melo)
E, há ainda o cheque ensino que tem aberto caminho em muitos países da Europa bem como nos US com óptimos resultados. Não podemos é continuar com o actual sistema centralizado e sindicalizado que tão maus resultados tem dado com evidente prejuízo para os alunos, bem como para os professores que estão interessados em ser avaliados pelo mérito do seu trabalho.