Mostrar mensagens com a etiqueta exportações.estivadores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta exportações.estivadores. Mostrar todas as mensagens

domingo, 30 de dezembro de 2012

Exportações. É possível!

As exportações têm tido um comportamento extraordinário.
Também no mobiliário.E no vinho, 9,9%.
E no calçado. 
E na maquinaria. 
Para a China cresceram 183.3%...
Balança comercial após 69 anos...
150 produtos Lusos nas lojas Chinesas
Podia continuar, é uma questão de procurar com boa vontade e com o espírito aberto, mas é óbvio que há muita gente que não gosta que Portugal tenha êxito lá fora. Gostam da autoestradas sem carros e das PPPs ruinosas...
E estão apaixonadas pelo "menino de ouro", fugido em Paris que nos deixou nesta situação.
Dizem que as importações baixaram porque foi retirado poder de compra aos cidadãos. Mas estavam à espera que continuássemos a comprar papaias e a deitar laranjas  algarvias para o lixo?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Estivadores param as greves

Ainda não se sabem as razões concretas mas cedências de parte a parte permitiram chegar a um acordo.http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/estivadores-greve-portos/1405123-1730.html
Ao fim de quase quatro meses de greves, os estivadores põem fim às sucessivas paralisações, confirmou fonte oficial do Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal à Agência Financeira.

A decisão foi tomada esta manhã, num plenário da maioria dos sindicatos do setor, mas só se torna efetiva amanhã.

Para já são ainda desconhecidas as razões desta decisão. Os estivadores estão, desde o verão, em protesto contra o novo regime de trabalho portuário, já aprovado no Parlamento, e que aguarda aprovação pelo Presidente da República.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Face à queda de actividade em 55% o porto de Lisboa vai despedir estivadores

A empresa de trabalho portuário de Lisboa admite avançar para " uma redução drástica de custos com pessoal" caso as greves dos estivadores não cessem. A empresa em comunicado informa que a queda na actividade reduziu as receitas em 55% e que registará, por isso, um défice de 1,36 milhões de Euros. A solução passa pelo corte nos custos que são predominantemente "custos com o pessoal".
Há uma "posição positiva de diálogo por parte dos estivadores" que "começam agora a ter as mesmas preocupações que a empresa no que à perda de trabalho se refere". No entanto, apesar deste ambiente de diálogo, os trabalhadores da Frente Comum continuam a mostrar uma posição de intransigência, que é inútil e inócua face à lei já aprovada na Assembleia da República pelos partidos da maioria e pelo PS! A nova Lei para além de estabelecer um tecto máximo de 250 horas para o trabalho suplementar, altera também o âmbito do trabalho de estiva, limitando o acesso a operações de transporte de mercadorias aos trabalhadores que agora as desempenham de forma exclusiva.
 Entretanto, a Frente Comum apresentou mais um pré-aviso para que a  greve se prolongue até 14 de janeiro de 2013.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Porto de leixões bate recorde de carga movimentada

Com as greves em Lisboa e Setúbal os portos de Leixões e de Sines têm vindo a crescer. Felizmente que não estamos em monopólio.
O bom corportamento das exportações ajuda. "O porto de Leixões deverá atingir nos próximos dias o recorde de carga movimentada num só ano, um total de 600 mil unidades equivalentes a contentores de 20 pés, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) informou que, "pela primeira vez na sua história, o porto de Leixões vai atingir nos próximos dias os 600 mil TEU ('Twenty-foot Equivalent Unit'), a medida padrão internacional de quantificação de carga contentorizada, equivalente ao volume de um contentor de 20 pés movimentados num único ano de atividade".
O número agora atingido ultrapassa os valores do ano passado, que já tinham significado um recorde para aquela estrutura, quando o porto de Leixões movimentou 514.088 unidades equivalentes a 20 pés.

Greve faz cair 61% a actividade no porto de Lisboa

A greve dos estivadores coloca em perigo os próprios postos de trabalho. Ninguém pode ter a certeza que os barcos que rumam agora a outros portos regressem. Com tal redução da actividade vai haver despedimentos.
Os prejuízos para a economia são enormes e não faz sentido que enquanto o país está sujeito a um apertar de cinto, outros se entreguem a greves sem fim à vista.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A greve nos portos foi além da legalidade

As greves nos portos com as consequências sociais e económicas conhecidas já foram para além da legalidade.
"Em finais do ano passado, a Procuradoria-Geral da República aprovou um parecer onde reconhece que a greve será ilegal se os serviços mínimos não forem cumpridos. Mas, mais do que isso, a PGR refere que a colisão de direitos e de interesses numa greve se deve resolver pela prevalência do mais relevante.
As necessidades só podem ser sacrificadas dentro de certos limites e desde que não ponham em causa a subsistência da vida social. Algo que, salvo melhor opinião, já se está a verificar no caso da greve dos estivadores. Só em Setúbal, empresas como a Autoeuropa, Portucel e Secil tiveram de desviar as suas exportações para outros portos.
Mas, também em Lisboa, Aveiro e Figueira da Foz muitas empresas foram afectadas por uma greve que se arrasta há mais de dois meses.
É tempo de se fazer o balanço e de verificar qual dos direitos está a ser mais afectado, o dos estivadores, na sua luta pelo direito a controlarem o acesso à profissão e a fazerem todas as horas extraordinárias que vão para além do limite estabelecido na lei, ou o das empresas, no esforço para aumentarem as exportações e fazerem crescer a economia.
Não restam dúvidas que esta greve já foi para além do que é admissível e que as autoridades têm de fazer valer os interesses do País.".

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Despedimentos entre os estivadores grevistas?

Estas greves dos estivadores estão a levantar enormes dificuldades ao país. Mais tarde ou mais cedo vão também prejudicar os estivadores. Para além da requisição civil por parte do governo são agora as empresas gestoras dos portos a colocarem a possibilidade de avançar para os despedimentos. Há  leituras diferentes sobre conceitos como "greve lícita" e "greve ilícita" bem como sobre "serviços mínimos", "greves intermitentes"...
Uma vez no plano judicial o problema vai arrastar-se por muito tempo e não é crível que os portos fiquem inoperacionais. Parece que se o bom senso voltasse e houvesse cedências de parte a parte seria possível evitar o beco sem saída para onde se caminha.
As exportações, único motor actual da economia é que não pode estar à mercê de um problema sem fim à vista.