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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Os sindicatos estão a destruir as empresas públicas de transportes

O sector privado admite que nos dias de greve a procura pelos utentes cresce muito.
Presidente da Rede Nacional Expresso admite que em dia de greve a procura aumenta cerca de 50%.
Em época de crise, todas as oportunidades são poucas para ganhar negócio. O presidente da Rede Nacional de Expresso, Carlos Oliveira, admitiu que a operação da empresa tem vindo a aumentar devido às greves dos transportes públicos.
Temos assim os sindicatos em associação com o capital na destruição sistemática do transporte público.
A CP  com as suas geves diárias tem os dias contados. Como se vê neste texto as greves vêm de longe!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

As greves de quem ganha bem

Jardim, lá do meio da ilha já ameaçou. Com ele as greves diárias, dos transportes, dos estivadores já tinham terminado. As  greves estão a levar o país para o fundo. É preciso, sem pôr em causa o direito à greve , regular por forma a o país não ficar diminuído pelos interesses corporativos de uma minoria.
A greve não é um direito absoluto, é condicionado pelo interesse geral do país.
Na CP há greves com uma tal frequência que é impossível os utentes considerarem o transporte ferroviário uma forma estável e segura de se fazerem transportar no seu dia a dia. Há até quem diga que a empresa ganha dinheiro com as greves. Já recebeu o dinheiro dos passes e não presta o serviço.
Os estivadores querem os portos só para eles. Solidariedade entre trabalhadores. No fundo estão a impedir o trabalho de gente que precisa de trabalhar. Na CP  paralização foi convocada pelos revisores e operadores de bilheteira. Em causa está o trabalho extraordinário e a redução de comboios nas áreas urbanas a partir de 1 de junho.
 O que é que os trabalhadores têm a ver com a redução de comboios a operar ? E o pagamento das horas extras é igual para todos.